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Conselhos para Remodelar a sua Casa

Domingo, Fevereiro 20th, 2011

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Conselhos para remodelações

São muitas as situações que requerem a remodelação da nossa casa: a compra de um novo apartamento, o reajuste da nossa casa, o simples facto de já estarmos cansados de um estilo que já está fora de época, ou a realidade de que já chegou a hora de fazer obras.

Para que a remodelação seja um êxito e não acabe numa “missão impossível”, a primeira coisa a fazer é a sua planificação com antecedência afim de ter as ideias ajustadas ao que realmente queremos, os nossos gostos e o que realmente desejamos.

Podemos optar por um ar rústico, moderno ou étnico, uma distribuição do espaço e iluminação afim de criar no nosso lar as sensações que mais se adaptam a nós.

No entanto o mais importante é trabalhar de facto com as condições reais para determinar o que queremos eliminar ou adicionar, evitando o risco de planear aberturas que não poderão ser realizadas pelo facto de serem paredes mestras ou local de passagem de especialidades (gás, água, energia…).

É também fundamental contar com uma empresa especializada em remodelações que se encarregue de todos os apectos da mesma. Só assim terá a sua casa reajustada ao seu gosto sem preocupações. Se quer contar com uma empresa de qualidade solicite um orçamento à Reformahogar, é gratis e sem compromisso.

Programa de apoio – RECRIA

Quinta-feira, Agosto 19th, 2010

Programa de apoio.

RECRIA

Condições de acesso

Podem beneficiar do programa RECRIA os senhorios e proprietários de fogos cuja renda tenha sido objecto de correcção extraordinária, assim como os inquilinos e os municípios que se substituam aos senhorios, na realização das obras em fogos com rendas susceptíveis daquela correcção.

Móveis abrangidos

São comparticipáveis pelo RECRIA fogos e partes comuns de prédios em que pelo menos um fogo tenha sido objecto de correcção extraordinária nos termos da Lei n. 46185, de 20 de Setembro, onde se procedam a:

* obras de conservação ordinária;
* obras de conservação extraordinária;
* obras de beneficiação, que se enquadrem na lei geral ou local e se tornem necessárias para a concessão de licença de utilização.

Até três anos após a data de entrada em vigor do Decreto-Lei n. 329-C/2000, podem também beneficiar dos incentivos as obras de recuperação parcial, na reparação ou renovação de telhados ou terraços de cobertura, desde que exista pelo menos um fogo com renda susceptível de correcção extraordinária. Os incentivos não podem ser concedidos aos proprietários ou senhorios por mais de uma vez para o mesmo imóvel, sem prejuízo da situação acima referida.

Os incentivos não são cumuláveis com quaisquer outros subsídios, comparticipações ou bonificações concedidos pela Administração, com excepção dos atribuídos no âmbito do Programa SOLARH, pelo que em caso de cumulação haverá lugar a uma redução proporcional.

Condições de financiamento

A comparticipação total que for concedida é suportada em:

* 60% pela Administração Central, através do INH;
* 40% pela Administração Local, através do respectivo município;
* ou 80% pelo INH e 20% pelo município nas obras de recuperação parcial, na reparação ou renovação de telhados ou terraços de cobertura.

O valor da comparticipação pode aumentar em 10%, desde que as obras visem a adequação dos prédios às medidas cautelares de segurança contra riscos de Incêndio nos centros urbanos antigos.

Concretização da comparticipação

A comparticipação municipal é concretizada nos termos e condições a acordar pelas partes. A comparticipação do INH é concretizada através de depósito em conta do requerente quando a Câmara Municipal emita uma declaração que ateste a conclusão das obras.

Início e conclusão das obras

Os requerentes deverão iniciar as obras no prazo de 90 dias a contar da notificação do deferimento do pedido e informar o INH nos 15 dias subsequentes ao início e à conclusão das obras, no prazo aprovado pela Câmara Municipal.

Benefícios fiscais

Há lugar à aplicação da taxa do IVA de 5% à totalidade do custo da obra em prédios recuperados com o apoio do Estado.

Financiamento

O Decreto-Lei n. 329-C/2000, de 22 de Dezembro, veio permitir aos senhorios ou proprietários a possibilidade de recorrerem a um financiamento para fazer face aos encargos das obras não comparticipadas pelo RECRIA, nas condições do Regime de Crédito para aquisição de habitação própria através do INH ou de outra instituição de crédito autorizada para o efeito.

O valor das comparticipações deverá ser reembolsado às entidades concedentes quando o respectivo fogo seja alienado ou exista alteração do uso a que se destina nos oito anos subsequentes à aprovação do pedido de incentivo, ou se ficar devoluto por mais de seis meses durante o período dos oito anos após a conclusão das obras.

Quando as obras forem executadas pelas Câmaras Municipais em substituição dos senhorios ou proprietários, o prédio ou suas fracções autónomas só poderão ser alienados após integral reembolso à Câmara Municipal das despesas efectuadas acrescidas de 10% para encargos gerais de administração ficando este ónus de inalienabilidade sujeito a registo predial onde conste o montante total das quantias em dívida ao município pelo senhorio ou proprietários.

Domingo, Agosto 1st, 2010

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Janelas

Qual escolher


A escolha de uma janela deve estar sujeita principalmente às condições climáticas da região. Tanto os materiais de que são feitas como o sistema de abertura, dependem das necessidades funcionais de cada um. Tenha em consideração que as condições climatéricas a que estarão sujeitas têm grande influência no tempo de vida de uma janela.

Quais são os tipos existentes

- Simples: pode ser de uma ou duas folhas. Um trinco ou puxador pode abrir-las totalmente.

- Corrediças: As folhas circulam em cima de um perfil. Só pode ser aberta de um lado ao mesmo tempo.

- Basculantes: Este tipo de janelas são abertas a partir de um eixo horizontal localizado na própria janela.

- Oscilo-Batentes: Permite bascular em apenas uma das extremidades (superior e inferior, interna ou externa) até uma certa distância.

De que materiais são feitas

- Alumínio: a sua principal característica é que resiste à corrosão muito bem. Frequentemente utilizados em locais junto ao mar, com grande humidade.

- Alumínio com corte térmico: a grande diferença relativamente às de alunínio simples é que a parte interior é separada da exterior por um material isolante que lhe dá características superiores. Desta forma o isolamento térmico é próximo das janelas de PVC.

- Madeira: Como de costume, a madeira resiste menos a mudanças abruptas e contínuas de temperatura e requerem muitos cuidados. Estas janelas são ideais para zonas temperadas.

- PVC: muito forte e com grande isolamento. Recomendadas para regiões muito frias.

Espumas de Poliuretano

Domingo, Julho 25th, 2010

Espumas de Poliuretano

O que são exactamente?
A espuma de poliuretano é um produto amplamente utilizado entre os entusiastas de bricolage. Aplica-se facilmente e é muito útil em várias funções. Actualmente têm substituído alguns produtos convencionais em tarefas como a vedação de portas e janelas e até mesmo reparação de paredes.

Quais são as suas características

No mercado, existem essencialmente dois tipos: de um componente: são de poliuretano. A massa sai da embalagem pela acção de um propulsor e com as bolhas criadas, aumenta o seu volume. Normalmente crescem ente 2 a 5 vezes o seu tamanho original. O endurecimento ocorre devido ao contacto com a humidade do ar.
Compostas: a sua matéria base é o poliuretano. Estas espumas não necessitam da humidade do ar. Depois de abrir o recipiente e de o agitar os dois componentes entram em contacto e começam a reagir. O tempo de endurecimento é mais rápido do que as espumas de um só componente.

Você deve saber que…

- Uma vez aplicada, a espuma aumenta entre duas a cinco vezes o seu volume ao endurecer completamente.
- Elas têm excelente resistência a mudanças de temperatura drásticas. Suporta temperaturas baixas e elevadas sem se estragar.
- Ao endurecer adquirem uma grande resistência sem perder a flexibilidade.
- Pode ser cortada, polida e até pintada.
- Transformaram-se em isolantes térmicos e acústicos muito eficazes.

Como usar

É importante ventilar a divisão da casa onde pretende usar o produto e usar uma máscara protectora. A espuma adere não só ao local que queremos mas também  a qualquer outro em que contacte, por isso deve ser muito cuidadoso com o trabalho. É aconselhável proteger os lados do local com fitas adesivas para protecção. Depois da aplicação, os locais pode ser limpos antes que tenha endurecido, com acetona ou com produtos específicos.

Quando usar

A principal aplicação destas espumas, ou pelo menos a mais conhecida, é a vedação de portas e janelas, funcionando como um isolante contra o frio e o calor. Elas também são usadas em ligações de saneamento ou para fins decorativos.